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Rondônia segue sem confirmações de Febre Amarela, apesar de surto no restante do país

“Prevenir é sempre o melhor remédio”. O ditado popular nunca esteve tão próximo da realidade do Governo do Estado, e tudo isso graças aos investimentos em prevenção que estão trazendo grandes resultados. Entre eles a diminuição de casos de febre amarela notificados em Rondônia.

Desde 2016 a febre amarela tem ocupado as principais manchetes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 2017 a 2018 o Brasil viveu um dos maiores surtos da doença, com mais de 7.500 casos notificados, 1.370 casos confirmados, e 483 mortes.

A maior quantidade de registros ocorreram nos estados de São Paulo, Minas gerais, Rio de Janeiro e Espirito Santo. E embora Rondônia esteja dentro da Amazônia, ficou distante desse cenário, com apenas 38 notificações, e um caso confirmado em 2018.

Segundos dados da Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/Ro), em 2019, até o momento, foram notificados nove casos da doença, sem nenhuma confirmação. Resultado de um trabalho com foco na prevenção e educação. “Além da prevenção, também atuamos com a conscientização, por meio de ações educativas, e a vigilância passiva, onde a comunidade participa. O resultado desse trabalho é mais de 90% de cobertura da vacina no estado”, destacou o gerente estadual de vigilância em saúde ambiental da Agevisa/Ro, Cesarino Lima.

Segundo ele, o único caso confirmado no estado em 2018 ocorreu devido a vítima ter vindo de outra cidade e por não ter sido vacinada. A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por picadas de mosquito, e não por macacos, ao contrário do que muitos pensam.

A população deve ficar atenta aos primeiros sintomas da doença, como febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular e vômito por cerca de três dias. “Nós orientamos sempre a população a buscar a vacina em qualquer posto. E caso encontrem animais silvestres mortos, evite o contato, comunique imediatamente aos órgãos responsáveis”, alertou o gerente estadual.

Fonte: RondoniaAgora

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